Rio: Rainbow Gate [review do primeiro episódio]

Rio: Rainbow Gate

Howard Resort é um hotel com um famoso casino, lá tem uma famosa dealer chamada Rio, que dizem trazer sorte para a pessoa que ela vê e aos objetos que ela toca, e pode também fazer com que o ar do casino melhorando, fazendo com que irritados perdedores se acalmem, essa dealer se encontra com Mint que é uma pequena menina que carrega um ursinho de pelúcia chamado Choco e veio por causa do vô que tem um vício por casinos, então Rio fica encarregada de cuidar da menina.

Este anime foi inspirado num jogo de pachinko, que são máquinas de jogo muito famoso no japão, e foi produzida pela estúdio Xebec, mesmo de To Love-ru e MM!.

O roteiro se resume a ecchi e luta de carta, mas ao invés de monstros lutando em um campo, temos uma emocionante luta de poker que termina em duas rodadas, mesmo que seja o primeiro episódios, e o primeiro “oponente” não seja tão forte, não dá pra ver graça em um jogo desse estilo que conta mais a sorte e o blefe, se ainda mostrasse uma longa luta com blefes, seria divertido, mas só é mostrado algumas cenas como se eles tivessem procurando uma carta, mesmo que bem idealizada como se as cartas tivessem corações ou almas, mas cenas irão se tornam repetitivas de mais para que possa manter essa qualidade.

Uma das partes que deveria ser o forte do anime são as cenas ecchi, mostrando peitos e calcinhas, mas tais cenas não chegam a ser tão notáveis assim, e a Rio é obrigada a colocar roupas que se resumem a fetiches, mas tem justificativas absurdas de mais para que possa ser considerado uma justificativa, ou seja é apenas uma mostra de roupas que faz parte do fetiche masculino e teria uma justificativa muito mais eficaz se tivessem dito que a Rio tem um hobby de cosplays.

As personagens são simples de mais, perdemos a graça logo, as duas principais que era a Mint e a Rio tem características muito fracas para que seja notável, elas poderiam muito bem ser uma personagem coadjuvante. E para evitar que as coadjuvante não ficassem melhores que as protagonistas, elas simplesmente ficam com cara de nada o anime inteiro, apenas os frequentadores do casino parece ter alguma emoção e mesmo assim são apenas felizes ou irritados. O “oponente” da luta é muito simples, a justificativa dele ser um vilão é absurdo de mais, e dá para concluir apenas como se ele fosse um tarado.

As músicas de fundo parecem ter saído de um filme genérico que se passa em Los Angeles, nada que surpreenda, única coisa que parece ter de bom é o elenco de seiyuu que tem uma qualidade melhor do que a média do anime, mas parece que o anime em si não consegue puxar a qualidade da seiyuus, então temos um bom elenco atuando mal.

Ayana Taketatsu como Mint (Azusa de K-ON!!, Mio de MM!)

Marina Inoue como Rio Tachibana (Chiri Kitsu de Sayonara Zetsubou Sensei, Rei Miyamoto de Hightschool of The Dead)

Resumindo Tudo: esse anime não tem quase nada de bom, se for pra ver roteiro, irá ver um absurdo, se for pelas seiyuu terá uma surpresa negativa pela falta de qualidade, e se for pelo ecchi, existem melhores para ver a mesma qualidade de ecchi.

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